Em entrevista para o site Folha Renascer Brasil, o líder da Igreja Casa da Rocha, pastor José Bruno, falou sobre a Marcha para Jesus que deseja ser chamado de pastor, pretende sumir da mídia, que sofreu frustrações, pretende lançar a coletânia da banda Resgate e que está mais feliz. Veja:
A Banda
“O Resgate deve ter uma coletânea sim. Serão duas ou três musicas de cada CD desde o primeiro.”
Mídia
“Talvez eu esteja errado, mas quero ser esquecido. Não quero fazer programas de radio, não quero fazer programas de TV. Não quero ser colocado em destaque. Oro para que tudo passe e eu seja esquecido. Quero tocar meu louvor e seguir com a Banda que é minha vocação musical e ser Pastor de uma Igreja e criar meus filhos no Senhor. Por favor me chame de Pastor rsrsr”
As Frustrações
“Já tive muitos dissabores e minha família sofreu o que não precisaria ter sofrido. Quem sabe daqui alguns anos ninguém nem se lembre que eu existi. Sonho com isso… Decepção? Prefiro guardar pra minha experiência e edificação o que vivi. Foi assim”
Marcha para Jesus e SOS da Vida
“Quanto ao SOS da Vida e Marcha pra Jesus sei que não seremos convidados, quanto a subir no palco, não teria problema nenhum, mas também sei que a hostilidade das pessoas é algo que não preciso passar. Mas estamos felizes e temos tocado no Brasil todo, Deus está nos abençoando muito. Só temos a agradecer a Deus. Valeu.”
Sobre Zé Bruno e a Casa na Rocha
Sem forçar com markentig, publicidade ou com a teologia da prosperidade a Igreja Cristã Casa da Rocha fundada pelo Pastor José Bruno há pelo menos 8 meses já tem 11 pontos de pregação abertos chamados de “extensão” e conta com 13 pastores: Pra Blanche Bruno, Pr Jorge Bruno, Pra Claudia Bruno, Pr Rubens de Sá, Pra Claudia de Sá, Pr Marcelo Meleiro, Pra Gil Meleiro, Pr Hamilton Gomes, Pra Ana Lucia Gomes, Pr Marcelo Monteiro, Pra Adriana Monteiro, Pr Ricardo Kassab, Pra Ana Raia, todos ex-bispos(as) da Igreja Renascer. Zé Bruno ministra todos os domingo as 10:00 e 18:30 no Sindicato dos Metalurgicos na Rua Galvão Bueno 762 São Paulo e as quartas feiras as 20:00 na extensão Liberdade Rua São Joaquim 381 3º andar.
Fonte: Folha Renascer
domingo, 2 de janeiro de 2011
Crise na Igreja Renascer: Mais de 30 processos de despejo em São Paulo por falta de pagamento. Multas são de quase R$3 Milhões
A Folha Renascer fez um levantamento de todos os processos por falta de pagamento que estão tramitando na justiça da capital de São Paulo contra a Igreja Apostólica Renascer em Cristo. Só no Foro Regional Santo Amaro, 8 ações de despejo por falta de pagamento estão sendo julgadas.
Um dos processos mais graves ocorre no Foro de Santana. De acordo com a ação que tramita desde o ano de 2002 no valor de R$45.952,20(não corrigidos), o juiz José Luiz de Carvalho deu sentença favorável ao dono do imóvel e mesmo assim a igreja não efetuou o depósito. Por isso o juiz determinou a penhora dos bens da igreja: “A presente ação foi distribuída em agosto de 2002. Sentença de mérito foi proferida e, até agora, não houve pagamento dos valores devidos. Todas as diligências para de bens para penhora foram infrutíferas” diz a sentença.
Na ação o juiz deixa claro que a igreja não tem bens (não há nada de valor no nome da igreja Renascer), portanto, a dívida recairá contra Geraldo Tenuta, o bispo Gê, até então bispo da Renascer Santana: “No caso em pauta existem indícios de que a executada não tem patrimônio para garantir o pagamento dos débitos para com seus credores estando a ré ciente da existência desta execução. A personalidade jurídica da empresa executada está sendo óbice à satisfação de seus débitos e já foram esgotadas todas as possibilidades, pelo Juízo, de localização de bens penhoráveis. Em vista dos argumentos de fls. 167 e seguintes, determino a inclusão no polo passivo da ação GERALDO TENUTA FILHO, fls. 167, determinando, também, sua intimação para pagamento do débito, na forma do Artigo 475-J do CPC” determinou.
Fonte: Gospel +
Um dos processos mais graves ocorre no Foro de Santana. De acordo com a ação que tramita desde o ano de 2002 no valor de R$45.952,20(não corrigidos), o juiz José Luiz de Carvalho deu sentença favorável ao dono do imóvel e mesmo assim a igreja não efetuou o depósito. Por isso o juiz determinou a penhora dos bens da igreja: “A presente ação foi distribuída em agosto de 2002. Sentença de mérito foi proferida e, até agora, não houve pagamento dos valores devidos. Todas as diligências para de bens para penhora foram infrutíferas” diz a sentença.
Na ação o juiz deixa claro que a igreja não tem bens (não há nada de valor no nome da igreja Renascer), portanto, a dívida recairá contra Geraldo Tenuta, o bispo Gê, até então bispo da Renascer Santana: “No caso em pauta existem indícios de que a executada não tem patrimônio para garantir o pagamento dos débitos para com seus credores estando a ré ciente da existência desta execução. A personalidade jurídica da empresa executada está sendo óbice à satisfação de seus débitos e já foram esgotadas todas as possibilidades, pelo Juízo, de localização de bens penhoráveis. Em vista dos argumentos de fls. 167 e seguintes, determino a inclusão no polo passivo da ação GERALDO TENUTA FILHO, fls. 167, determinando, também, sua intimação para pagamento do débito, na forma do Artigo 475-J do CPC” determinou.
Fonte: Gospel +
Xuxa causa polêmica após fazer sinal de “chifrinhos” durante música sobre Jesus no especial de Natal da Globo
Mais uma vez a apresentadora Xuxa Meneghel é alvo de suposições relacionadas à sua relação com Deus e com o Diabo. Há várias pessoas ligadas a entidades religiosas que afirmam que a “rainha dos baixinhos” teria feito pactos satânicos. O pastor evangélico, Josue Yrion, afirma que o nome da apresentadora é composto pela união de dois nomes de entidades do candomblé: E-XU e ORI-XÁ.
Neste último dia 24 de Dezembro, durante a transmissão do programa Especial de Natal da Rede Globo, Xuxa teria “se benzido” durante uma música que falava sobre Jesus e logo em seguida teria feito um gesto, considerado pelos evangélicos, como um gesto de deboche a Deus.
Segundo comentários deixados na página do video no YouTube, o sinal deixado pela Xuxa significa “I Love You” (Eu amo você) na linguagem de sinais, portanto, não teria nenhum significado pejorativo nem muito menos satânico, como muitos dizem.
Fonte: Mural da Vila e Notícias de Timon
Neste último dia 24 de Dezembro, durante a transmissão do programa Especial de Natal da Rede Globo, Xuxa teria “se benzido” durante uma música que falava sobre Jesus e logo em seguida teria feito um gesto, considerado pelos evangélicos, como um gesto de deboche a Deus.
Segundo comentários deixados na página do video no YouTube, o sinal deixado pela Xuxa significa “I Love You” (Eu amo você) na linguagem de sinais, portanto, não teria nenhum significado pejorativo nem muito menos satânico, como muitos dizem.
Fonte: Mural da Vila e Notícias de Timon
MEC irá distribuir Kit Gay para crianças de 7 a 10 anos com cenas de homossexualismo adolescente
Kit Gay para alunos conterá um DVD com uma história aonde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade
Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.
Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida ontem em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.
O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.
O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial. A proposta, considerada inovadora, de levar às escolas públicas um recorte do universo homossexual jovem para iniciar dentro da rede de ensino debate sobre a homofobia esbarrou no discurso conservador dos dois principais candidatos à Presidência.
O secretário do MEC reconheceu a dificuldade de convencer as escolas a discutirem o tema e afirmou que o material é apenas complementar. “A gente já conseguiu impedir a discriminação em material didático, não conseguimos ainda que o material tivesse informações sobre o assunto. Tem um grau de tensão. Seria ilusório dizer que o MEC vai aceitar tudo. Não adianta produzir um material que é avançado para nós e a escola guardar.”
Apesar de a abordagem sobre o adolescente homossexual estar longe de ser consenso, o combate à homofobia é uma bandeira que o ministério e as secretarias estaduais de educação tentam encampar. Pesquisa realizada pelas ONGs Reprolatina e Pathfinder percorreram escolas de 11 capitais brasileiras para identificar o comportamento de alunos, professores e gestores em relação a jovens homossexuais. Escolas de Manaus, de Porto Velho, de Goiânia, de Cuiabá, do Rio, de São Paulo, de Natal, de Curitiba, de Porto Alegre, de Belo Horizonte e de Recife receberam os pesquisadores que fizeram 1.406 entrevistas.
O estudo mostrou quadro de tristeza, depressão, baixo rendimento escolar, evasão e suicídio entre os alunos gays, da 6ª à 9ª séries, vítimas de preconceito. “A pesquisa indica que, em diferente níveis, a homofobia é uma realidade entendida como normal. A menina negra é apontada como a representação mais vulnerável, mas nenhuma menina negra apanha do pai porque é pobre e negra”, compara Carlos Laudari, diretor da Pathfinder do Brasil.
Fonte: Correio Braziliense
Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.
Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida ontem em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.
O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.
O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial. A proposta, considerada inovadora, de levar às escolas públicas um recorte do universo homossexual jovem para iniciar dentro da rede de ensino debate sobre a homofobia esbarrou no discurso conservador dos dois principais candidatos à Presidência.
O secretário do MEC reconheceu a dificuldade de convencer as escolas a discutirem o tema e afirmou que o material é apenas complementar. “A gente já conseguiu impedir a discriminação em material didático, não conseguimos ainda que o material tivesse informações sobre o assunto. Tem um grau de tensão. Seria ilusório dizer que o MEC vai aceitar tudo. Não adianta produzir um material que é avançado para nós e a escola guardar.”
Apesar de a abordagem sobre o adolescente homossexual estar longe de ser consenso, o combate à homofobia é uma bandeira que o ministério e as secretarias estaduais de educação tentam encampar. Pesquisa realizada pelas ONGs Reprolatina e Pathfinder percorreram escolas de 11 capitais brasileiras para identificar o comportamento de alunos, professores e gestores em relação a jovens homossexuais. Escolas de Manaus, de Porto Velho, de Goiânia, de Cuiabá, do Rio, de São Paulo, de Natal, de Curitiba, de Porto Alegre, de Belo Horizonte e de Recife receberam os pesquisadores que fizeram 1.406 entrevistas.
O estudo mostrou quadro de tristeza, depressão, baixo rendimento escolar, evasão e suicídio entre os alunos gays, da 6ª à 9ª séries, vítimas de preconceito. “A pesquisa indica que, em diferente níveis, a homofobia é uma realidade entendida como normal. A menina negra é apontada como a representação mais vulnerável, mas nenhuma menina negra apanha do pai porque é pobre e negra”, compara Carlos Laudari, diretor da Pathfinder do Brasil.
Fonte: Correio Braziliense
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